
Fecho os olhos no meio da noite
Quando a luz já foi deitar
E meus pensamentos aos pinotes...
Em teu corpo nu vou cavalgar
Em teus lábios mato a sede
De teus beijos indecentes
Em teus seios amarro a cela
De meus impulsos galopantes
Em teus abraços digo enfim
Que a viagem noite adentro
Está bem próxima do fim
Mas é no meio de teus meios
Quando em teu corpo penetro
Que galopamos sem arreios.
** ANÔNIMO!
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